Aparelhos reprodutivos e suas doenças

Conhecidas pela sigla DST, ou doenças venéreas, são moléstias infecciosas, transmitidas essencialmente pelas relações sexuais. Os principais agentes causadores são vírus, bactérias e fungos. O maior número de vítimas encontra-se entre jovens com menos de 25 anos, tanto em países em desenvolvimento como industrializados. De modo geral, o uso de preservativo impede o contágio. Se as doenças não forem tratadas corretamente, podem levar à infertilidade, à gravidez ectópica (fora do local normal), a doenças neonatais, ao câncer anogenital e à morte. Algumas das principais são as seguintes:

Sífilis - Transmitida pela bactéria Treponema pallidum, é a DST que mais mata depois da Aids. Se não for tratada de forma correta, a infecção inicial das vias urinárias e genitais pode degenerar numa infecção generalizada e em complicações como problemas cardiovasculares e nervosos. Nas mulheres, pode levar ao aborto ou ao parto prematuro.

Gonorréia - O contágio com a bactéria Neisseria gonorrheae provoca inflamação da uretra, que pode alastrar-se para outros tecidos urinários e genitais, o reto e as articulações, tanto no homem quanto na mulher. Não tratada, pode levar a complicações como infecção generalizada, artrite, meningite e problemas cardíacos.

Tricomona - O protozoário do gênero Trichomonas Donne pode alojar-se nos aparelhos digestivo e genital, causando inflamação do canal vaginal, nas mulheres, e da uretra, nos homens. A doença não traz maiores complicações, mas facilita o alastramento da infecção por HIV.

Clamídia - O contágio pela bactéria Chlamydia trachomatis provoca inflamação dos canais genitais e urinários. Nas mulheres, pode levar à formação de abscessos, à infertilidade e a dores pélvicas, entre outras complicações. Nos homens, à infecção crônica, que pode resultar em infertilidade.

AIDS

A sigla Aids, do inglês acquired immunodeficiency syndrome, significa síndrome da imunodeficiência adquirida. Trata-se de uma doença infecciosa descoberta no início dos anos 80, causada pelo HIV (do inglês human immunodeficiency virus, vírus da imunodeficiência humana). O HIV é um retrovírus - um tipo de microorganismo que se reproduz ao carregar o material genético numa molécula de RNA em vez de DNA (processo chamado de transcrição reversa). Há diversos tipos de HIV. Os mais comuns são o HIV-1 e o HIV-2. O último, menos agressivo, faz com que os sintomas apareçam mais tardiamente. Os estudiosos acham que isso explicaria por que alguns portadores desenvolvem a doença mais rapidamente que outros. Existem, também, indícios de que a quantidade de vírus no organismo define a velocidade com que a moléstia progride. Desde 1999 suspeita-se que a probabilidade de uma pessoa ser infectada e o progresso acelerado da doença estejam associados a variações genéticas hereditárias.
Tanto o HIV-1 quanto o HIV-2 infectam e destroem os linfócitos (glóbulos brancos) do tipo CD4+, responsáveis pela defesa do organismo. Com o sistema imunológico debilitado, o corpo fica vulnerável ao ataque de outros vírus e de bactérias, ou seja, sujeito a infecções oportunistas. O HIV pode estar presente em todas as secreções líquidas do corpo, em quantidades muito variadas. No sangue, no sêmen e nas secreções vaginais, em que aparece em grande quantidade. No suor, na lágrima, na urina e na saliva, a quantidade é menor e insuficiente para causar contaminação. Ou seja, essas secreções não são meios de contágio considerados relevantes.
Os pesquisadores demonstraram que o HIV-1 talvez seja uma mutação de outro vírus, o SIV, que causa imunodeficiência em chimpanzés. Três teorias tentam explicar quando e como teria ocorrido a transmissão para o homem. A primeira sugere que o vírus teria começado a se propagar no homem no final do século XIX e ficado restrito a uma população isolada até 1930. Pela segunda teoria, a passagem teria acontecido na década de 30 e se espalhado imediatamente, de forma epidêmica, para outras populações. A terceira idéia propõe que a transmissão possa ter ocorrido várias vezes no decorrer da primeira metade do século XX.
Em 1959 morre, no Congo, a primeira vítima comprovada da doença, que só viria a se chamar Aids a partir de 1982. Em 1983, pesquisadores do Instituto Pasteur, na França, identificam o HIV. Os primeiros testes para revelar se a pessoa é soropositiva, ou seja, portadora do vírus, surgiram ainda na década de 80. Hoje existem testes que detectam anticorpos contra o HIV no sangue, na urina e na saliva. Ainda assim, o vírus só é identificado seis meses após o contágio. Até então, o sistema imunológico ainda não percebeu a presença do intruso no organismo e não produziu anticorpos para atacá-lo. Nessa fase, porém, o genoma do vírus pode ser encontrado por técnicas que localizam material genético viral incorporado aos cromossomos das células hospedeiras humanas.

Contágio - A Aids é transmitida pela corrente sanguínea, principalmente durante as transfusões de sangue e as relações sexuais, sejam elas heterossexuais, sejam elas homossexuais. O uso de seringas ou instrumentos cortantes com resíduos de sangue contaminado também leva ao contágio. A possibilidade remota de contaminação pelo sexo oral foi comprovada em 1996. Se existirem em quantidade expressiva, os vírus presentes no sêmen, em grande quantidade, podem ser absorvidos pela mucosa bucal.
A Aids também pode ser transmitida de mãe para filho durante a gravidez, o parto e a amamentação. No caso de a mãe tomar medicação para controlar a doença, como o AZT, a chance de contágio cai para 8%. Não há registro de transmissão por lágrima, suor ou urina, e é descartada a transmissão por picada de inseto, abraço ou aperto de mão.
Prevenção - O uso de preservativo (camisinha, camisa-de-vênus ou condom) é indicado para reduzir o risco de contaminação por meio da relação sexual. Sua eficácia depende da colocação correta, da não ocorrência de rupturas ou vazamentos durante a relação e da ausência de lesões genitais, entre outros fatores. Agulhas, seringas e instrumentos cortantes devem ser descartáveis ou esterilizados para prevenir o contágio. E todo o sangue empregado em transfusões deve passar por testes de identificação do HIV.
Sintomas - Nem todo portador do vírus da Aids apresenta de imediato os sintomas da doença, já que o HIV pode ficar sob relativo controle do sistema imunológico humano por até dez anos. Com a progressiva falência da imunidade, surgem as primeiras manifestações clínicas da moléstia: diarréia constante, febre alta, erupções causadas pelo vírus de herpes, aumento dos gânglios linfáticos e perda de peso. Depois é comum o aparecimento das doenças oportunistas, como pneumonia, que podem levar à morte. Num estágio mais avançado da doença surgem certos tipos raros de câncer, como o sarcoma de Kaposi (que provoca lesões na pele, no estômago e no intestino) e os linfomas (tumores nos gânglios linfáticos), além de distúrbios neurológicos, perda de memória e de coordenação motora.
Tratamento - A Aids ainda não tem cura, mas a administração de medicamentos como AZT (zidovudina), DDI (didanosina), DDC (zalcitabina), D4T (estavudina) e 3TC (lamividina) aumenta a sobrevida dos pacientes e dá a eles períodos prolongados de melhora.
Em 1996 foram anunciados os resultados dos primeiros tratamentos com o coquetel anti-Aids composto de uma combinação de AZT, outra droga da mesma família, dos bloqueadores de transcriptase reversa (que detêm a reprodução do vírus em seu estágio inicial) e, uma terceira, da família dos inibidores de protease (que impedem que o vírus complete a fase final de amadurecimento e destrua novas células). A combinação demonstrou ser 100 vezes mais potente que o AZT usado isoladamente. Apesar de reduzir os sintomas da doença, o coquetel provoca efeitos colaterais, como náuseas e problemas de rins e fígado. Se ministrado por longo período, há o risco de causar doenças fatais, como o câncer. No início de 1997, constatou-se que pacientes que adotaram esse tratamento tiveram o HIV eliminado do sêmen e do fluido vaginal, porém o vírus não foi erradicado do corpo. Ele alojou-se nos tecidos linfáticos (em que são criadas as células de defesa do corpo) ou no cérebro.

Estudos recentes revelam que o HIV sofre mutações que diminuem a eficácia do tratamento à base das drogas conhecidas. Atualmente, a terapia que surte mais efeito emprega um coquetel com cerca de 20 substâncias, que bloqueiam a entrada do HIV nas células humanas ou impedem sua reprodução. No entanto, muitos dos componentes dos medicamentos são tóxicos e provocam graves efeitos colaterais, como danos aos rins, ao fígado e ao sistema imunológico.
Atualmente, encontram-se em estudo cerca de 30 vacinas contra a Aids. Uma delas, de base genética, pretende estimular o sistema imunológico a criar resistência contra o vírus e pode ser usada tanto na prevenção quanto no controle da doença. A droga começou a ser desenvolvida nos Estados Unidos, em 1995, e tem sido testada com sucesso em macacos. Os testes em humanos devem começar em 2001. A principal dificuldade em criar uma vacina contra o HIV-1 está na enorme diversidade genética desse vírus.

OS APARELHOS DA REPRODUÇÃO
Apesar de os indivíduos terem um tempo de vida limitado, pois todos nascem, crescem, envelhecem e morrem, a espécie permanece. Isso ocorre graças à capacidade que o ser vivo tem de se reproduzir, isto é, de gerar descendentes. Essa capacidade é a reprodução
Nos seres humanos, é o impulso sexual que aproxima os sexos. O impulso sexual é complementado pelo prazer que duas pessoas sentem de estar juntas, pelo afeto, pelo amor.
A reprodução humana envolve dois sexos; portanto, é sexuada. O homem contribui com o espermatozóide (gameta masculino) e a mulher, com o  óvulo (gameta feminino). Através do ato sexual, o espermatozóide encontra o óvulo, fecundando-o e dando origem ao zigoto (célula-ovo).

O gameta masculino é diferente do feminino. Também os órgãos produtores de gametas são diferentes no homem e na mulher. O aparelho reprodutor feminino. Vamos estuda-los.

APARELHO REPRODUTOR MASCULINO

O aparelho reprodutor masculino é formado pelos seguintes órgãos: testículos, epidídimos, vesículas seminais, canais deferentes, próstata, pênis e uretra.

Testículos – São duas glândulas de forma oval, alojadas no saco escrotal ou escroto, que se situa na parte inferior e externa do abdome.
No interior de cada testículo existem em media setecentos finíssimos canais, chamados canais seminíferos. Neles se encontram células que fabricam os espermatozóides é continua, a partir da puberdade (por volta dos 12 ou 13 anos de idade).
O espermatozóide é formado de três partes: cabeça, colo e cauda ou flagelo. Os espermatozóides movimentam-se num liquido chamado esperma. Para se movimentarem, vibram a cauda com rapidez.

Os testículos produzem também o hormônio sexual masculino ou testosterona. Lançado no sangue, esse hormônio provoca o desenvolvimento dos caracteres secundários masculinos, como o crescimento da barba, a distribuição de pelos característicos dos homens, o engrossamento da voz etc.

Epidídimos – São dois tubos extremamente enovelados, localizados sobre os testículos. Originam-se da reunião doa canais seminíferos e servem como depósitos temporários dos espermatozóides. Fabricam uma secreção que facilita o movimento dos espermatozóides.

Canais deferentes – são dois tubos que se originam dos epidídimos e sobem para a cavidade abdominal, unindo-se num único conduto – o canal ejaculatório – antes de atingir a uretra. Servem para produzir espermatozóides.

Vesículas seminais – São duas bolsas que fabricam um liquido denso e leitoso, destinado a facilitar o transporte dos espermatozóides.

Próstata – É uma glândula que produz um liquido semelhante ao das vesículas seminais.
O conjunto dos líquidos produzidos pelos epidídimos, pelas vesículas e pela próstata recebe o nome de esperma ou sêmem. Cada centímetro cúbico de esperma contém cerca de 100 milhões de espermatozóides.

Pênis – É um órgão de forma cilíndrica. Em seu interior encontra-se a uretra. Conduz ao exterior a urina e o esperma.

Uretra – É um pequeno tubo procedente da bexiga e da vesículas seminais e que passa pelo interior do pênis. Por meio dele, o esperma é ejaculado, isto é, lançado para o exterior. Também a urina é eliminada pela uretra.

APARELHO REPRODUTOR FEMININO

O aparelho reprodutor feminino é formado pelos seguintes órgãos: ovários, trompas, útero, vagina, clitóris, vulva.

Ovários – são duas glândulas situadas no interior da cavidade abdominal. Sua função é produzir os óvulos. Nos ovários amadurece um óvulos mais ou menos a cada 28 dias.
Alem do óvulo, os ovários produzem hormônios, como a progesterona e o estrogênio.

O estrogênio é o hormônio feminino responsável pelas mudanças que transformam a menina em moça. Pela ação dos estrogênios, desenvolvem-se as características secundárias sexuais femininas (seios, pelos nas axilas e no púbis etc).

A progesterona age preparando o útero [para a implantação do ovo e interrompendo a ovulação (após a fecundação).

Trompas uterinas ou trompas de Falópio – São dois tubos finos e longos (medem de 7 a 14 cm), que unem os ovários aos útero. Sua função é servir de caminho ao óvulo, quando este sai do ovário e se dirige ao útero. Nas trompas ocorre o encontro do óvulo com o espermatozóide, no momento da fecundação.

Útero – É um órgão parecido com uma pêra  com o cabo para baixo. Sua função é guardar o óvulo depois de fecundado e alojar o embrião até o nascimento. Seu tamanho normal é de 7,5 cm de comprimento por 5 cm de altura. Durante a gravidez, porém, o útero vai aumentando de tamanho à medida que o novo ser se desenvolve, chegando a atingir mais de 30 cm.

O interior do útero é revestido pela mucosa uterina.

Vagina – É um canal que liga o útero à vulva.

Clitóris – É um órgão muito pequno, mais ou menos do tamanho de um feijão. É o responsável pelo prazer sexual da mulher.

Vulva – É o conjunto dos órgãos externos do aparelho genital feminino.

O CAMINHO DOS ESPERMATOZÓIDES

Os espermatozóides deixam os epidídimos e são levados para o canal deferente e daí para as vesículas seminais, onde se misturam com as secreções da próstata e de outras glândulas. Durante o ato sexual, essa mistura, o esperma, é lançada no fundo da vagina da mulher. Esse é o momento da ejaculação.
No interior do organismo feminino, os espermatozóides locomovem-se ativamente, graças à sua cauda, e chegam às trompas. Ali, se encontrarem o óvulo, um deles penetrará a membrana da célula feminina. Ocorre então a fecundação – o encontro do espermatozóide (gameta masculino) com o óvulo (gameta feminino), formando o zigoto ou célula-ovo.

COMO NASCEMOS

Já estudamos os aparelhos reprodutores do homem e da mulher e suas respectivas funções. Agora vamos ver o que é a reprodução propriamente dita, desde o momento em que a mulher está pronta para engravidar até a gravidez e o parto.

Os período férteis
Todos os meses, sem que a mulher sinta, um óvulo desprende-se do ovário e encaminha-se para as trompas. Esse é o momento da ovulação.
Quando ocorre a ovulação, dizemos que a mulher entrou em seu período fértil, isto é, que seu organismo está na época da reprodução. Mas a reprodução só ocorrerá se, através do ato sexual ela receber espermatozóides. As relações sexuais realizadas quando não há óvulo maduro nas trompas não resultam em gravidez.
Em condições normais, a ovulação ocorre no mio do intervalo entre duas menstruações. Como na maioria das mulheres, esse intervalo é de 28 dias, a ovulação ocorre por volta do 14º dia depois da menstruação.

Durante a menstruação, assim como logo antes e logo de pois dela, a mulher normalmente é incapaz de engravidar. À medida que passam os dias, a possibilidade de gravidez vai aumentando. Mais ou menos 14 dias depois do inicio da menstruação, quando ocorre a ovulação, a probabilidade de fecundação é máxima.
No entanto, se nenhum espermatozóide atingir o óvulo, ele se desfaz. Daí em diante, já perto da próxima menstruação, normalmente não existe probabilidade de fecundação.

O que é a menstruação ou regra?
O útero se prepara para receber o óvulo e aninha-lo durante o seu desenvolvimento (caso seja fecundado), como um novo ser. Durante essa preparação, o útero recebe do ovário um hormônio que transforma a mucosa uterina tornando-a esponjosa e cheia de vasos sanguíneos. O hormônio também estimula as glândulas aí situadas, que passam a fabricar uma secreção alimentícia, rica em cálcio, fósforo, enxofre etc. que nutrirá o novo ser.
Quando não ocorre a fecundação do óvulo por um espermatozóide, o óvulo se atrofia. Então, depois de 10 a 12 dias, a mucosa uterina perde a consistência esponjosa e se desmancha, desfazendo assim o “ninho” que fora preparado para o novo ser. A esse material se mistura uma certa quantidade de sangue, originado do rompimento dos vasos sanguíneos formados na mucosa uterina. O sangue e os restos da mucosa são eliminados através da vagina. Esse fenômeno recebe o nome de menstruação ou regra.
A menstruação tem uma duração de 3 a 5 dias em media e se repete depois de cerca de 28 dias do seu inicio, completando o ciclo menstrual. Algumas mulheres tem ciclos mais curtos (25 dias, por exemplo) e outras, mais longos (até 30 dias). Também o volume de sangue eliminado varia de mulher para mulher.
A primeira menstruação costuma acontecer entre os 11 e os 13 anos de idade, mas também pode ocorrer antes ou depois. O termino do ciclo menstrual ocorre entre 45 e 52 anos e recebe o nome de menopausa.
O período que vai da primeira menstruação até a menopausa é a idade fértil da mulher, durante a qual ela pode ter filhos.
Durante a gravidez e no período em que a mulher amamenta, não há menstruação.

Formação dos gametas

Formação dos espermatozóides ou espermatogênese – No homem, a formação dos espermatozóides começa quando o menino atinge a puberdade, ou seja, entre 13 e 14 anos. Os espermatozóides se formam a partir de celuas germinativas localizadas nos canais seminíferos dos testículos.
Formação dos óvulos ou ovulogênese – As células  germinativas que dão origem aos óvulos encontram-se  no interior dos ovários. Quando a menina atinge a puberdade, entre 11 a 13 anos, os óvulos começam a amadurecer e saem do ovário, prontos para serem fecundados.
Ao contrario do homem, que produz espermatozóides de forma continua, na mulher amadurece geralmente um óvulo a cada 28 dias. Outra diferença é que uma célula germinativa do ovário produz um só óvulo maduro (as outras três células são eliminadas), enquanto cada célula germinativa do testículo produz 4 espermatozóides funcionais.

Fecundação
A fecundação consiste na fusão do gameta masculino com o gameta feminino, dando origem à célula-ovo ou zigoto.
Uma vez depositados no interior da vagina, os espermatozóides passam pelo útero e entram nas trompas. O encontro dos espermatozóides com o óvulo ocorre somente nas trompas. Não havendo nenhum óvulo nas trompas, não se realiza a fecundação.
Somente um espermatozóide penetra no óvulo. Após a penetração, ele perde a cauda.
No interior do óvulo, o núcleo do espermatozóide une-se ao núcleo do óvulo, originando-se então o zigoto. Este se divide em duas células, dando inicio ao desenvolvimento do embrião.
Você percebeu a diferença entre óculo e célula-ovo? Óvulo é a célula reprodutora feminina (gameta feminino); célula-ovo é o óvulo depois de fecundado.
Após a fecundação, a célula-ovo vai caminhando em direção ao útero. Durante o percurso, ela vai se dividindo sucessivamente em 2, 4, 8, 16 células até chegar às primeiras fases da formação do embrião. Finalmente se aninha no útero, para dar continuidade à formação do novo ser.
Durante as doze primeiras semanas de vida, o novo ser recebe o nome de embrião. A partir da 12ª semana, passa a chamar-se feto.
Ao redor do embrião desenvolve-se uma bolsa cheia de liquido que serve para protege-lo. Os alimentos são passados ao embrião pela mãe através do cordão umbilical.

A Placenta
Durante seu desenvolvimento no útero, o feto recebe do organismo materno o oxigênio e os alimentos de que necessita.
Para que isso se torne possível, desenvolve-se um órgão especial – a placentas – que serve de intermediaria entre o organismo da mãe e o feto.
A placenta recebe o sangue da mãe retira dele o oxigênio e outras substancias nutritivas necessárias ao bebe. Esses elementos passam para o novo ser através do cordão umbilical.
O mesmo acontece com o gás carbônico e outros resíduos do organismo do feto: eles passam para a placenta pelo cordão umbilical e daí para a corrente sanguínea da mãe, sendo eliminados por seu organismo.
Logo após o nascimento do nenê a placenta é eliminada pela mulher.

A gravidez
 O primeiro sinal de gravidez é a ausência da menstruação. Mas isso não é suficiente para uma mulher ter certeza de que está grávida, pois pode ter outras causas. Portanto, para confirmar a gravidez, a mulher deve fazer um exame de laboratório.
A não ser que ocorram fatos inesperado, a gravidez transcorre normalmente, terminando no parto após nove meses.
A mulher grávida pode continuar a fazer tudo que fazia antes, sem qualquer problema. Afinal, a gravidez não é uma doença! Sua alimentação deve ser equilibrada, como a de qualquer pessoa. O aumento de seu peso deve corresponder ao peso do feto e da placenta 3 a 4  quilos até o quarto ms e 10 a 12 quilos até o parto.
A gestação deve ser acompanhada pelo medico, para que seja possível detectar algum problema de saúde desde o começo. Não há motivo para temer os efeitos de sustos, pesadelos ou pequenos tombos, pois o feto está bem protegido contra esses incidentes: ele tem vários envoltórios que o protegem, como a bolsa de água, a parede do útero, os músculos do abdome e pele da mãe.
As relações sexuais durante a gravidez normal também não prejudicam a criança.

O parto
Depois de nove meses de gestação, o bebe está pronto para nascer e levar uma vida semi-independente: ele respira por seus próprios pulmões, transforma seu alimento em energia e faz parte de um grupo social – a família.
Não é preciso ter medo do parto. Com assistência medica, as possibilidades de complicação são mínimas.
A gestante percebe que esta começando o trabalho de parto quando sente as contrações dos músculos do útero (chamadas por algumas pessoas de “dores do parto”) e quando rompe a bolsa de água. No momento do parto, o feto é expelido do útero e, através da vagina chega ao exterior. Esse é o chamado parto normal.
Ao nascer, o bebe continua ligado à mãe pelo cordão umbilical, que o medico corta. Logo depois, a criança começa a respirar e a chorar: é a primeira vez que respira sozinha.
Depois do parto, o aparelho reprodutor da mulher se reconstitui e volta ao estado anterior à gravidez.

Em alguns casos, a criança encontra dificuldades para sair. realiza-se então uma operação cesariana, que consiste num corte no abdome, através do qual é retirada a criança. É o parto cesariano.

O bebe prematuro
Você já deve ter ouvido a expressão “bebe prematuro”, ou seja que tal bebe nasceu “prematuro”. Você também deve saber que isto se refere aos bebes que nasceram antes do tempo.
Bebe prematuro é aquele que nasceu antes de completar nove meses (39 semanas) de gestação. Existem casos de bebes extremamente prematuros 9que nascem com menos de 30 semanas de gestação) moderadamente prematuros (que nascem entre 31 e 36 semanas de gestação) e prematuros limítrofes (que nascem entre 37 e 38 semanas de gestação).
Atualmente, os médicos já têm condições de saber se o bebe vai nascer normalmente ou se vai se prematuro. No caso de nascer antes do tempo, deve ir para a incubadeira, que é um aparelho cuja temperatura é mantida constante e no qual o bebe pode receber oxigênio para facilitar sua respiração. Como está muito sujeito a contrair infecções, o prematuro tem na incubadeira o ambiente ideal para os primeiros dias de vida.
REPRODUÇÃO
O aparelho reprodutor do homem e da mulher apresentam diferenças marcantes, embora se destinem à mesma finalidade, isto é, a perpetuação da espécie.
O aparelho reprodutor masculino é composto de : testículos, epidídimos, canais deferentes, próstata, vesículas seminais, uretra e pênis. Os testículos, em numero de dois, estão situados na bolsa escrotal 9ou escroto) e são responsáveis  pela formação dos espermatozóides. Na parte superior de cada testículo encontra-se o epidídimo, um pequeno corpo com forma de verme. De cada epidídimo nasce um canal deferente que se unir com o outro originam a uretra, pertencente tanto ao aparelho urinário quanto ao reprodutor. Ela exerce duas funções: conduzir os espermatozóides e a urina da bexiga ao meio exterior.. as glândulas seminais e próstata produzem um liquido leitoso cuja finalidade é facilitar o transporte dos espermatozóides.o pênis tem como função permitir que os espermatozóides sejam depositados na vagina da mulher durante o ato sexual.
Os ovários, trompas, útero, vagina e vulva são órgãos femininos de reprodução. Os ovários, em numero de dois, situam-se dentro da cavidade abdominal e são responsáveis pela formação  dos óvulos. Os folículos de Graaf são os elementos essenciais do ovário, pois são eles que contem o óvulo.
As trompas de falópio são tubos de 7 a 14 cm de comprimento, que vão da cavidade abdominal ao útero. Cabe a elas transportar até o útero os óvulos formados pelos ovários. Nas trompas acontece a fecundação. O útero é um órgão muito importante, pois é nele que se desenvolve a célula-ovo para original um novo ser. Sua parte mais estreita liga-se com a vagina e forma o colo uterino. A vagina é um canal cilíndrico que vai do colo do útero até a vulva (conjunto dos órgãos genitais externos da mulher).
A reprodução se dá quando há união de um espermatozóide com um óvulo na mesma época da ovulação. Neste caso dos bilhões de espermatozóides depositados na vagina, apenas um chegara a uma das trompas, onde ocorrerá a fecundação. Assim está formada a célula-ovo ou zigoto. O óvulo fecundado dirige-se para o colo do útero, onde será formada a placenta. As células embrionárias vão subdividindo-se sucessivamente em outras células até, ao fim de nove meses, estar formado um novo individuo com condições de viver no mundo exterior.

Os Métodos Contraceptivos
Existem basicamente cinco métodos contraceptivos diferentes:
Métodos rítmicos ou naturais;
Métodos químicos;
Métodos de barreira;
Métodos hormonais;
Métodos Cirúrgicos.

Métodos Rítmicos ou Naturais
São métodos que utilizam a ritmicidade do ciclo menstrual, evitando assim, a relação sexual durante o período fértil. Os mais comuna são a tabela de Ogino Knaus, temperatura basal e muco cervical, sendo os dois últimos pouco seguros, de difícil utilização e só são feitos com orientação particular de um medico.
Conhecida como “tabelinha”, é o método contraceptivo mais antigo e baseia-se em evitar relações sexuais durante o período fértil. Considerando-se que o óvulo tem vida media de 24 a 48 horas, e os espermatozóides 48 a 72 horas; o período fértil da mulher varia em media em 6 dias. Para o método ter maior segurança na sua pratica, recomenda-se uma abstinência sexual de mais ou menos 9 dias. Esta restrição sexual prolongada, torna o método inconveniente a muitas pessoas.
Para que ela seja empregada a mulher precisa ter ciclos menstruais regulares. O ciclo mais comum é o de 28 dias, assim, a ovulação se da provavelmente no 14º dia do ciclo. Assim, a abstinência sexual deverá ser feita do 10º ao 18º dia do ciclo. Uma mulher com ciclos menores por exemplo de 25 dias, tem sua ovulação no 11º do ciclo, e assim a abstinência sexual deverá ir do 7º ao 15º dia do ciclo. Já uma mulher com ciclo de 30 dias, tem sua ovulação do 16º dia do ciclo e a abstinência deve ser do 12º ao 20º dia. Com esses exemplos vocês notaram que a ovulação é sempre calculada 14 dias antes do fim do ciclo, e ela só pode ser feita, como foi dito, em mulheres com ciclos regulares.
A mudança dos hábitos de vida, um choque emocional ou um acidente pode alterar a ovulação, fazendo com que a “tabelinha” não funcione em muitas pessoas. Alem disso a “tabelinha”  não pode ser utilizada por mulheres com ciclos irregulares.

Métodos Químicos
São métodos contraceptivos em que utiliza-se substancias químicas com finalidade de inutilizar os espermatozóides, impedindo, assim, que eles penetrem no útero. Eles atuam tornando a vagina um meio hostil aos espermatozóides, sendo conhecidos por espermicidas.
São encontrados no comercio sob a forma de creme, geléia, espuma de aerosol, tabletes vaginais e soluções.
São introduzidos na vagina por meio de um aplicador próprio ou com o próprio dedo (menos higiênico). Ele deve ser colocado com a mulher deitada, alguns minutos antes do inicio da relação sexual. Depois do coito, é recomendável que a mulher só faça o asseio após 6 horas. a aplicação deve ser repetido a cada relação sexual.
Em geral as mulheres referem com freqüência de excesso de liquido na vagina; porem esta queixa diminui muito quando o espermicida usado tem forma de espuma de aerosol.
Ele tem um índice de segurança de apenas 70% por isso é recomendável sua utilização em associação a outros métodos, como por exemplo o mecânico, como veremos a seguir.

Métodos Mecânicos
Existem vários tipos diferentes de métodos contraceptivos mecânicos, como o CONDOM, o diafragma, esponja vaginal, o coito interrompido duchas vaginais e o DIU.
O condom, também conhecido como “camisinha de vênus” ou “camisinha”, é um método contraceptivo mecânico, muito utilizado, que recobre todo o pênis, impedindo que os espermatozóides penetrem no útero após a ejaculação. São facilmente encontrados no comercio de material de borracha ou látex, secos ou lubrificados coloridos ou naturais.
O condom deve ser colocado com o pênis em ereção, antes do coito. Deve se ter o cuidado de desenrola-lo até a rais do pênis (nos pelos pubianos_ e verificar se ficou bem aderido a ele. Após a ejaculação, o pênis não deve ficar por muito tempo na vagina, pois em 5 minutos o esperma começa a ficar liquido e corre o risco de escorrer para os pelos pubianos, contaminando a vagina e diminuindo a eficácia. Após a retirada desenrola-se o condom, o homem deve urinar e lavar bem o pênis, antes de ficar em contato com a parceira.
Quando se usa corretamente chega a 98% de eficácia. Alem de ser barato, de fácil uso e boa eficácia, o condom deve ser utilizado por homens de varias parceiras pois evita em muito o contagio de doenças venéreas.
O diafragma é um método de barreira utilizado pela mulher, que se apresenta por um dispositivo composto de um anel de borracha  flexível com uma membrana de látex. Existem vários tamanhos e só deve ser utilizado após uma consulta ginecológica que indicará qual o tamanho ideal para a mulher.
Ele deve ser colocado 20 minutos antes da relação sexual e retirado após 8 a 12 horas. Antes de introduzi-lo na vagina, passa-se um pouco de geléia espermaticida na parte que ficará em contato com o útero, depois introduz-se o diafragma com os dedos e acopla-se  ele ao colo do útero, em seguida a mulher pode levantar-se, urinar, defecar, andar, etc.
Ele só é seguro quando usado corretamente e para isto, a mulher só deverá usa-lo após consultar um medico e ter orientação necessária, pois existem mulheres que não poderão se utilizar deste método e só um especialista, após exame ginecológico pode medicar o uso.
O coito interrompido é um método primitivo, um dos mais antigos, que consiste na retirada do pênis da vagina antes da ejaculação. Aparentemente é um método simples, porém, requer um controle muito grande do homem diante de sua ejaculação, e pode levar a problemas de ordem psicológica.
Além da dificuldade de controle da ejaculação ele também dá muito pouca segurança quando o casal quer ter mais de uma relação no mesmo dia, pois há possibilidade de ficarem espermatozóides no pênis e serem expelidos na 2ª relação sexual.
As duchas vaginais são utensílios utilizados pelas mulheres, após o coito, onde se coloca água pura, água com vinagre ou outros antissépticos, com a finalidade de lavar o canal vaginal, retirando-se os espermatozóides.
É muito pouco indicado atualmente, pois hoje temos outros métodos com muito maior segurança. Este é um método ainda usado pelas classes sociais mais baixas e tem um índice de falhas enorme.
O DIU, ou dispositivo intra uterino é um pequeno objeto que quando colocado no útero, evita a gravidez. Seu mecanismo de ação ainda não é bem conhecido, sabendo-se que ele aumenta a motilidade das trompas, fazendo com que o óvulo passe rapidamente por ela. Alem disso ele causa um ambiente impróprio no útero para a implantação do ovo. Os DIUs que contem cobre ainda tem ação espermaticida.
Existe uma serie de situações que contra indicam o seu uso. Mas, como ele só pode ser colocado por um especialista, você ao procura-lo saberá se pode ou não optar por este tipo de anticoncepção.
Ele é muito eficaz, só ficando atrás da pílula. Alem de seguro, quando utilizado ele da a mulher completa liberdade para manter relação sexual a qualquer hora e quantas vezes quiser.
Existem casos de gravidez com DIU, mas é raro, se acontecer deve-se procurar o medico e ele retirará o mesmo e a gestação pode prosseguir.
A mulher que colocou o DIU, deve visitar o ginecologista com freqüência, para verificar se ele está no local certo. A maioria dos DIUs são substituídos a cada 2 anos.
As mulheres referem menstruação prolongada, perda sanguínea no mio do ciclo, corrimento e cólicas uterinas, estas queixas tendem a desaparecer em poucos meses pois são decorrentes do período de adaptação. É complicação do DIU, embora rara, a infecção genital alta, que pode até levar a esterilidade.

Métodos Hormonais
São métodos que utilizam hormônios, semelhantes aos produzidos pelo ovário e que tem função de impedir a ovulação e assim evitar uma gestação. O método hormonal mais usado, divulgado e conhecido é a pílula anticoncepcional, porem existe uma apresentação injetável para uso mensal.
A pílula só deverá ser usada após consulta medica, pois existem mulheres que não podem usa-las.
São muitas as contra indicações do uso da pílula, por exemplo:
varizes, tromboses e historia familiar de acidentes vascular cerebral;
dor de cabeça ou enxaqueca constante;
hepatite, tumores em geral;
Mononucleose e diabetes;
Hipertensão, angina, infarto.
A mulher deve tomar a pílula entre os 16 e os 30 anos; antes ou depois desta idade a pílula pode trazer riscos a saúde e aumentam os efeitos colaterais.
Geralmente, nos primeiros meses de uso da pílula, as mulheres se queixam de irritabilidade,náuseas, aumento de peso e perdas anormais de sangue; estas alterações tendem a desaparecer após as 3 primeiras series, porem se ocorrer dor de cabeça, enxaqueca, dormência nas pernas, alterações nas visão ou outros problemas, a mulher deve procurar o medico com urgência e este decidira se a pílula deve ser suspensa ou trocada.
A primeira cartela deve ser iniciada no 5º dia após o inicio da menstruação. Nesse dia toma-se a 1ª pílula e a seguir toma-se a pílula diariamente até o final da cartela de preferência no mesmo horário. Ao terminar a cartela aguarde 7 dias (1 semana) antes de iniciar a próxima cartela independentemente do sangramento e assim se procede nos ciclos subseqüentes. Ao se terminar cada cartela, no período em que não está tomando a pílula aparece um sangramento, semelhante a menstruação.
A pílula é o método anticoncepcional transitório mais seguro que dispomos. Sua falha está apenas quando não tomada por 1 ou mais dias.
Deve se fazer um descanso no seu uso. Em geral a cada 2 anos seguidos de uso de pílula recomenda-se 6 meses de pausa. Se neste período o casal não quiser engravidar deve lançar mão de outro método contraceptivo.

Métodos Cirúrgicos
São métodos utilizados por pessoas que constituíram família e que não desejam ter mais filhos, pois eles são definitivos, ou seja, a pessoa que se submete a ele perde a capacidade de procriar. Existem 2 métodos de esterilização cirúrgica:
A ligadura ou amarração das trompas (na mulher); e a
Vasectomia (no homem)
A ligadura de trompas pode ser feita quando a mulher se submete a uma cesariana ou através de uma pequena incisão no abdomem quando a mulher não está grávida.
O medico amarra e secciona as duas trompas, impedindo a passagem dos óvulos pelas mesmas  assim evitando a gestação.
A mulher só deve optar pela ligadura de trompas quando tem absoluta certeza de que não deseja mais ter filhos, pois como foi dito este é um método definitivo e que uma vez feito, não se pode voltar atrás.
A vasectomia é uma pequena cirurgia realizada nos homens que não desejam mais gerar filhos, em que o medico corta o canal por onde passam os espermatozóides.
Esta operação não afeta em nada a potencia masculina, não leva riscos de saúde e não altera a vida sexual. O homem após a vasectomia pode ter quantas relações sexuais quiser; sua capacidade sexual é a mesma que a anterior a cirurgia.
Ela só deve optar por este método quando tiver certeza que não deseja mais gerar filhos, pois no caso de vir a se arrepender não poderá voltar atrás.
Com estes conhecimentos acerca do que é o planejamento familiar e sobre os métodos anticoncepcionais existentes, esperamos ter cumprido a missão de esclarecer a população, principalmente os mais jovens sobre como ter uma vida sexual ativa mais sadia e descontraída.
Ter filhos é um acontecimento gratificante, porem eles devem vir na hora certa, planejadamente, para não causar transtornos, e sim muita alegria à vida dos pais.
Quando a gravidez é desejada, já dentro do útero, o bebe consegue captar o amor que sua mãe passa para ele, e isto associado ao carinho que ele receberá após o nascimento serão muito importantes para a formação psíquica deste novo ser.

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