Resumo - Itinerário de Pasárgada - Manuel Bandeira

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Itinerário de Pasárgada - Manuel Bandeira

                  Manuel de Bandeira começou a se interessar por poesias e versos desde criança. Foi influenciado pelo pai, Bandeira gostava de ler as poesias que vinham nos jornais, declamar para si mesmo, os episódios de "Os Lusíadas". 

Seu amigo Souza da Silveira teve grande importância na sua vida, que voltava-se cada vez mais à poesia. Mas seu pai queira que ele fosse arquiteto. 

                  Manuel bandeira vai para São Paulo estudar arquitetura, mas adoece e é obrigado a abandonar os estudos (1913), pois vai para a Suíça, se tratar da tuberculose. Lá conhece Paul Eugéne Grendel, que tornou-se um grande poeta. 

                  O outro amigo de Manuel não resistiu à tuberculose, o Charles Picker. Manuel foi influenciado por inúmeras obras literárias, principalmente a de Musset, Vehaerem, Villon, Linou e Heina. 

                  Chegou a escrever ao Eugênio de Castro pedindo recomendação ao seu editor, mas não obteve resposta. 

                  A sua primeira obra foi publicada no Brasil, e se chamava "A cinza das Horas". Seu segundo livro foi "Carnaval", que possuía o soneto "Sapos". 

                  Em 1920, quando seu pai faleceu, foi morar na Rua do Curvelo, tendo que enfrentar a pobreza. Lá escreveu outros livros: "O ritmo dissoluto", "Libertinagem", quase toda a "A estrela da manhã" e "Crônicas da província do Brasil". 

                  Seu amigo e poeta Ribeiro Couto, teve grande importância na sua vida literária, pelo qual tomou contato com a nova geração literária do RJ e SP. 

                  No movimento Modernista, Graça Aranha era visto como o líder do movimento, mas Bandeira e Mário Andrade nunca conseguiram impor a verdade, a de que nunca foram discípulos de Graça Aranha. 

                  Chegou a se ser um dos integrantes da Academia de Letras, ao lado de Souza da Silveira, Carlos Drummond de Andrade, José Lins e outros. Foi professor de literatura no colégio Pedro em 1938. 

                  Em 1948 publica o livro "Máfia do Malungo". Quando ficou doente, aos 18 anos, esperava a morte e vivia provisoriamente, amargurado pela idéia de morrer sem ter feio nada. 

                  Essa inutilidade só foi dissipada, quando percebeu que seus versos tinham importância para os outros. 

                  Passou a se sentir em paz e pronto para seu destino, podendo a morte vir, a mesma que esperava desde os 18 anos.



Fonte: Vestibular1

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