Resumo - Aventuras Tereza Margarida da Silva e Orta

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Aventuras de Diófanes - Tereza Margarida da Silva e Orta

                Aventuras de Diófanes é o romance mais antigo escrito por um brasileiro - ou melhor, por uma brasileira, o que não deixa de surpreender, se levadas em conta as limitações impostas ao sexo feminino pela sociedade do século XVIII. 

                Teresa Margarida da Silva e Orta nasceu em São Paulo, em 1711 ou início de 1712. 

                Em 1716 viajou com a família para Portugal, onde morreu em 1793. Pelos relatos que nos chegaram foi uma mulher culta, independente e voluntariosa - espécie de precursora das feministas do século XX. 

                Esteve enclausurada no convento de Trinas com a irmã, Catarina Josefa. Casou-se, depois, sem o consentimento dos pais, com Pedro Jansen von Praet, com quem teve 12 filhos. 

                Em 1770 foi presa (cumpriu pena de sete anos) por ordem do Marquês de Pombal.

                Com a devida chancela do Santo Ofício, Aventuras de Diófanes veio à luz em 1752. 

                O título original era Máximas de virtude e formosura com que Diófanes, Climinéia e Hemirena, príncipes de Tebas, venceram os mais apertados lances da desgraça. 

                Teresa Margarida usou o pseudônimo Dorotéia Engrássia Tavareda Dalmira. Só mais tarde se conheceria o verdadeiro nome da autora. 

                Não existe unanimidade da crítica a respeito de Aventuras de Diófanes. Afrânio Coutinho e Nelson Werneck Sodré, por exemplo, não o relacionam à produção cultural brasileira. 

                Antônio Cândido sequer o menciona na sua Formação da literatura brasileira. O fato é que o livro desperta cada vez mais interesse.



Fonte: Vestibular1

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