Resumo - Americanas - Machado de Assis

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Americanas - Machado de Assis

Nota Informativa

Americanas é o terceiro livro de poesias escrito por Machado de Assis, após Crisálidas e Falenas

A primeira e única edição é de 1875. Como os dois livros anteriores, também esta publicação constitui a segunda redação pública de Americanas, cujos poemas apareceram, em parte, nas Obras completas, na edição de 1901. 

Trata-se de um momento interessante na obra do poeta Joaquim Maria Machado de Assis que, à época, já havia publicado romances e contos cujo sucesso já o fizera figura notável. 

É um livro curioso na medida em que se rende ao sortilégio e influência de Gonçalves Dias, pagando tributo ao indianismo. 

Mas um indianismo "mitigado", sem a explosiva cor local que tanto contribuiu para a popularização do gênero. 

É um texto curioso porque, a despeito da temática romântica e do apelo telúrico contido no título, Machado de Assis se mostra contido em suas expressões, buscando conter-se dentro do tema que a tradição dos românticos explorara exaustivamente. 

Foi, sem dúvida, uma tentativa interessante de recriar um "americanismo" - antes que um indianismo num momento em que a consciência de pertencer a um continente parecia criar vínculos entre os intelectuais da época. 

Esta redação encontrou algumas dificuldades, mormente no que se refere à grafia dos nomes indígenas, alguns deles ainda não fixados em dicionários.

De todo modo, seguimos as formas fixadas em nossos dicionaristas mais importantes e procuramos aproximar-nos, o máximo possível, das nomenclaturas mais aceitáveis, quando os nomes não apresentavam grafia fixada. 

Algumas expressões foram mantidas em suas formas arcaizantes, tendo em vista a métrica e a preservação da vontade autoral.



Fonte: Vestibular1

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